Responsive image

MBLixo - Sant77

28 / 28

A sugar baby do MBL (Chief 117)

16 Bekeken
Sant77
Sant77
subs count
117
gepubliceerd op 25 Apr 2026 / In anders

https://cos.tv/videos/play/68823252657014784

Que o eleitor muitas vezes vota com o pau, nisso não há novidade alguma.


Imagine uma plataforma partidária que reúna playboys drogados, que defendem o uso de alucinógenos, liberalização das drogas, aborto, socialismo tecnocrático, islamismo, gnosticismo, sexo com demônios, feminismo, liberalismo, mas com hipertrofia do Estado e censura, oportunistas que observam as ambições do grupo e chegam junto para partilharem do projeto, tudo isso junto e misturado sob o carimbo de um pseudodireitismo supostamente capaz de rivalizar com a esquerda.


Este é o MBL/Missão, que mal tendo começado a sua existência partidária oficial, já começou com algazarras internas e escândalos.


Ao lado disso tudo, o MBL congregou também uma feminista radical que atende pelo nome de “espectro cinza”, que recentemente brigou com seus amigos de partido e anunciou sua saída.

O grupo repete esse método de não se preocupar com a coerência das suas posições, ao mesmo tempo em que finge ser contra medidas sexistas, acenando ao público como se estivesse distanciado da política dos velhos e abraçando características mais ao gosto dos jovens.


Porém, já no ato seguinte demonstra a que vieram e sua verdadeira natureza aparece, a de fazer o que for necessário para morder um pouco do bolo oligárquico brasileiro. Se antes falava contra boomers votantes de projetos feministas, no momento seguinte diz que odeia o universo redpill. Qual é a ideologia do grupelho, a resposta é nada e tudo, o que for necessário e conveniente ser falado ou feito conforme o momento. É um movimento sem caráter nenhum.


Aceitando feministas em seus quadros, além de admitir mulheres carreiristas que possuem o efeito de atiçar a militância de gados existentes em suas pequenas hostes. Aliás, uma integrante de seus quadros costuma gravar vídeos de divulgação de atos políticos, com o picante detalhe: decotões à mostra.


Nada melhor para atrair gados do que o uso de loiras.


A pré-candidata ao cargo de deputada estadual pelo partido do MBL, o Missão, confessadamente já fez cadastro em site de rapariga, o meu patrocínio, aquele por meio do qual as sugar babies se colocam à disposição para serem “adotadas” por um sugar daddy. Traduzindo, um homem, geralmente mais velho, com disposição financeira para bancar mulheres jovens.

As ambições das mulheres modernas vão para além da família, a referida pré-candidata alegou que não encontrou nenhum “marido” durante o tempo em que manteve o perfil no site.


E ainda encerra com a conversinha fiada, querendo fazer dó aos otários, no seguinte tom: “Pra mulher que não sai de casa e não fica se expondo no Instagram, é difícil encontrar marido” (...) “Acho que meu destino é ficar em casa solteira cuidando dos meus pais velhinhos e meus passarinhos. Desisto de achar um marido que cuide de mim e que, acima de tudo, me entenda”.

Primeiro que o site já deixa expresso desde o início a sua finalidade, o que nos permite concluir que a diferença entre prostituta e sugar baby é tênue, quase inexistente.


Para dizer que não existe distinção alguma, a diferença reside na seletividade. As prostitutas aceitam o preço em troca de favores sexuais visando um público geral, enquanto as raparigas do patrocínio buscam pescar uma relação particularizada com uns poucos homens capazes de lhe pagar mimos. A sugar baby procura obter uma carteira de homens, ou usando outro termo, uma satelitização de provedores em torno dela.


É por isso que uma se apresenta com um ar menos sujo do que a outra, embora ambas lidem com o mesmo produto. Na prostituição clássica, qualquer um que paga obtém (o sexo é pago diretamente); na prostituição disfarçada, é o próprio relacionamento que se torna objeto de mercancia e o sexo uma consequência, benefício indireto da relação. É uma espécie de prostituta que escolhe e mantém homens na coleira como aquelas fêmeas que mantinham salões franceses e recebiam os homens da sociedade, usando do charme para prender todos sem precisar se entregar a nenhum.
Pelo print, a criatura em questão fez do seu perfil uma espécie de currículo, colocando as suas qualidades e até mesmo a informação de que seu QI seria 144, tendo como valor agregado os cursos de engenharia mecatrônica e economia, ambos da USP. O que nos leva à conclusão de que esses títulos são meras perfumarias e o papel da mulher sempre se dirige à submissão, inconsciente ou não, a algum homem, que estará cagando para esses títulos.


Como não foram do seu agrado nenhum dos homens que se apresentaram durante a sua vida e durante o tempo em que manteve cadastros em sites de raparigagem, a solução caminhou no sentido de se lançar para uma carreira política.
Quando esse passado veio à tona, ela não negou, mas procurou justificar, dizendo que imaginava que o site era algo como o tinder ou qualquer outro site de relacionamento, mas como só achou putaria, desistiu do site.

Desistiu do site e “desistiu” também de achar um marido. Na maior cara de pau ela afirma que não encontrou nenhum homem para ser o marido dela. Um desavisado e otário leria isso e se sentiria encorajado a ocupar o papel, sem se dar conta de que centenas de homens já devem ter se apresentado para fazer o mesmo, para não falar naqueles já a passaram no papo.

Tive uma conhecida formada em medicina que também fez cadastro nesse site. Ouso dizer que, se ela é formada em medicina, era ela que deveria estar bancando algum homem mais pobre que ela, essa seria a conclusão se o fator hipergamia nos fosse desconhecido. O que não é. Absorvidas as primeiras lições sobre o profano feminino, elas ficam retidas até o fim da vida, ativando um fator blindagem quando um grupelho político nos tenta lançar loiras como iscas políticas.


Isso eu deixo para os gados deles, que defenderam ativamente a pré-candidata quando esses detalhes vieram à tona, somente para receberem uma lapada quando ela confirmou os fatos.

Laat meer zien
Responsive image

Log in to comment

Sant77
Sant77 4 dagen geleden  

“Pra mulher que não sai de casa e não fica se expondo no Instagram, é difícil encontrar marido” (...) “Acho que meu destino é ficar em casa solteira cuidando dos meus pais velhinhos e meus passarinhos. Desisto de achar um marido que cuide de mim e que, acima de tudo, me entenda”. Sugar baby do MBL

   0    0
Laat meer zien

0